COLÓDIO ÚMIDO E A ERA DO VIDRO

 

 

O colódio úmido surgiria logo na sequência dos negativos em albumina, sendo inventado por Frederich Scott Archer em 1849 e divulgado em 1951. O colódio utiliza a mesma base de vidro, pela sua superfície plana e transparente, no entanto a substância que cobre o vidro, formando uma película transparente onde ficam sedimentados todos os elementos da química que forma a imagem, é feita agora com uma mistura de nitrocelulose, álcool e éter. Tal substância ao secar, se torna impermeável e perde suas propriedades para a fotografia, em função disso, todo o processo deve ocorrer no intervalo de tempo em que o colódio ainda está húmido. As imagens obtidas podem ser reproduzidas em Papel Salgado ou albuminado, gerando cópias de alta qualidade. O negativo de vidro em si, de vidro transparente, se colocado sobre uma superfície escura, se torna positivo, podendo então ser aproveitado da mesma forma que o daguerreótipo, como um objeto pessoal e de estima. O tempo de exposição é bastante reduzido se comparado com todos os processos desenvolvidos até então. Conforme as condições de luz e o tamanho da placa, uma imagem pode ser capturada entre a variação de 20 a 2 segundos de exposição.

 

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